Christus Vivit - Reflexão Domingo de Páscoa
- BLOG O CAMINHO

- 20 de abr. de 2025
- 6 min de leitura
“No primeiro dia da semana, Maria Madalena vai ao sepulcro, de madrugada, quando ainda estava escuro, e vê que a pedra fora retirada do sepulcro.”
Durante esta semana, fizemos um itinerário espiritual rumo à Páscoa. Desde o Domingo de Ramos, fomos conduzidos por Jesus. Ele nos tomou pela mão, para assim sairmos das trevas rumo à Luz:
“Tomando o cego pela mão, levou-o para fora do povoado e, cuspindo-lhe nos olhos e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe: ‘Percebes alguma coisa?’ E ele, começando a ver, disse: ‘Vejo as pessoas como se fossem árvores andando’. Em seguida, Ele colocou novamente as mãos sobre os olhos do cego, que viu distintamente e ficou restabelecido, podendo ver tudo nitidamente e de longe.” (Mc 8,23-25)
A imagem do cego reflete com clareza essa caminhada que realizamos. A cada passo, era possível contemplar o caminho pelo qual o Senhor nos conduzia. E foi justamente nesse percurso que Ele nos guiou para a alegria da Páscoa.
A Páscoa é a renovação do homem — o homem novo em Deus. Essa renovação se dá em Jesus Cristo, o novo Adão. Nele já podemos saborear a alegria de uma vida que não tem fim: a vida eterna. E esta vida eterna está enraizada no conhecimento de Deus e de Seu Filho Unigênito:
“Ora, a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e aquele que enviaste, Jesus Cristo.” (Jo 17,3)
Se a Páscoa é a passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, da ignorância para o conhecimento, do homem velho para o novo segundo Deus, do transitório para o eterno, então ela é, em si, a passagem do homem terreno para o homem celeste.
Paulo nos exorta justamente a isso:
“Se, pois, ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Pensai nas coisas do alto, e não nas da terra. Pois morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a vossa vida, se manifestar, então vós também com ele sereis manifestados em glória.” (Cl 3,1-4)
Fica claro, portanto, que a ressurreição de Cristo, o Cristo que vive, deve viver de modo singular em nós. Paulo afirma que morremos e que nossa vida está escondida em Deus — não num Deus morto, mas no Deus vivo e verdadeiro. Cristo ressuscitou, e com Ele nós ressuscitamos. Abandonamos o velho homem para nos revestirmos do novo, restaurado por Cristo. A ressurreição não é uma teoria, uma ideia ou uma figura de linguagem. A ressurreição é real — assim como foram reais a Paixão e a Morte de Cristo na Cruz. É uma realidade revelada na história, pelo Homem-Deus, Jesus Cristo, nosso Senhor. Por meio de Sua Páscoa, o Senhor nos abriu um Caminho Novo. Pela ressurreição, Cristo inaugurou uma estrada entre a Terra e o Céu:
“Nele temos um caminho novo e vivo, que ele mesmo inaugurou através do véu, quer dizer: através da sua humanidade.” (Hb 10,20)
Esse caminho novo não é um sonho, tampouco uma utopia. Não é uma fábula contada para crianças, nem fruto da nossa imaginação. Não se trata de uma visão ou de um mito. O que contemplamos neste domingo é um acontecimento único, que não se repete: o Filho da Virgem Maria, Jesus de Nazaré, foi descido da Cruz no entardecer da Sexta-feira Santa e sepultado. No entanto, o túmulo não pôde detê-lo. Na aurora do primeiro dia, a pedra foi removida: Cristo vive. O sepulcro está vazio. A morte foi tragada. A antiga serpente, o diabo, foi derrotado. A humanidade vive com Cristo.
No limiar deste dia, a Luz brilha nas trevas — é a grande Luz Pascal. A Luz do mundo, a Luz de Deus, rompe a escuridão deste mundo passageiro e aponta para o Eterno. Agora, cada homem e cada mulher estão unidos a Deus, pois o muro da inimizade foi destruído. Podemos voltar ao Jardim de onde havíamos sido expulsos — não mais ao Éden, figura de uma realidade ainda maior, mas ao Jardim da Ressurreição, onde o túmulo se encontra vazio. Esse é o jardim da vida que venceu a morte, o jardim da eternidade de Deus. Cristo vive e transformou este mundo vil e passageiro com a glória da Sua Ressurreição.
Hoje a Igreja nos convida a olhar para o sepulcro vazio e a contemplar nele a vida que venceu a morte. Somos chamados a entoar com alegria um grande louvor a Deus por meio do “Aleluia”. Esse canto deve expressar nossa alegria — a alegria da Luz Pascal, porque o Sol da Justiça, o Sol que jamais se põe, ilumina a noite escura de nossas almas. O cristão, pela Ressurreição de Cristo, é chamado agora a cantar as maravilhas do Senhor. Proclamar essas maravilhas é anunciar a vida nova que d’Ele recebemos. Cada um de nós deve fazer morrer o “velho Adão”, o homem marcado pelo pecado, para que ressuscite em nós o “Novo Adão”: o novo Homem, Cristo Ressuscitado.
Com a Ressurreição de Cristo, damos início a um novo tempo — o tempo da nova criação, nascida da doação de Cristo. O homem novo é chamado à Páscoa definitiva. O “primeiro dia”, narrado no Evangelho de hoje, quer salientar isso: neste novo tempo, o homem recebe de Deus, por meio de Cristo, a nova imagem — a imagem do homem redimido, criado não para a morte, mas para a vida divina, a vida da graça.
Este Cristo ressuscitado dos mortos é princípio e fonte da nossa própria ressurreição. No Cristo Vivo está a nossa fé. Nele, como diz São Paulo, “vivemos, nos movemos e existimos” (At 17,28). É o Cristo ressuscitado que dá sentido à nossa vida. É Ele quem realiza e renova todas as coisas.
Com Maria, corramos ao sepulcro! Vamos ao encontro do Senhor — não de alguém morto, mas d’Aquele que vive para sempre!
Palavras de nosso Pai-Fundador, Padre Gilson Sobreiro:
“O Evangelho deste domingo nos conduz ao túmulo vazio, sinal da ressurreição de Cristo: ‘Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras…’ (1Cor 15,3-4).
Se o sepulcro não estivesse vazio, o anúncio da ressurreição de Jesus não teria sido acolhido — nem no passado, nem hoje. Como falar de ressurreição com um corpo jazendo no sepulcro? A ressurreição de Jesus era parte essencial da pregação dos apóstolos. Era o cumprimento das Escrituras, conforme nos disse São Paulo. O inflamado discurso de São Pedro no Pentecostes atesta que de fato aconteceu com Jesus aquilo de que já falavam as Escrituras: ‘…pois não deixarás a minha alma na região dos mortos, nem permitirás que o teu Santo conheça a decomposição’ (At 2,26). Pedro cita aqui o Salmo 16.
A decomposição era considerada o estágio definitivo da morte. Quando o corpo se corrompia, o homem voltava ao pó. Por isso, era de fundamental importância para a Igreja nascente que o corpo de Jesus não tivesse sofrido decomposição. Só assim ficaria claro que Ele não permaneceu na morte — que, n’Ele, a vida venceu definitivamente. Quando João corre ao túmulo, para verificar se o que dissera Madalena era verdade, vê as faixas de linho no chão. E é aí que, ao dar testemunho de si mesmo, escreve: ‘Ele viu e acreditou’ (Jo 20,8).
Detive-me no significado desses dois verbos: ver e crer. O primeiro é uma faculdade do corpo; o segundo, da alma. Em João, corpo e alma estão em perfeita sintonia. Ele é o protótipo daquilo que somos chamados a ser. Sejamos, portanto, testemunhas oculares da manifestação do mover de Deus, que tem transformado vidas, arrancado pessoas dos seus túmulos e as feito ressuscitar.
Não sejamos cegos, nem insensíveis ou incrédulos diante do milagre da ressurreição que Deus tem operado diante dos nossos olhos. Aprendamos com João a ver e crer; com Madalena, a anunciar que Deus tem ressuscitado vidas.
Se todo o mistério da Paixão do Senhor pode ser resumido pela expressão paulina “Humiliavit semetipsum, factus obediens usque mortem” — “Humilhou-se, fazendo-se obediente até a morte” (Fl 2,8) —, poderíamos também resumir o mistério da Sua Ressurreição com outra expressão paulina: “Autem vivit, vivit Deo” — “Está vivo e vive para Deus” (Rm 6,10). Doravante, não há para Ele senão vida perfeita e gloriosa — vida dedicada mais do que nunca ao Pai e à Sua glória.
Somos convidados, neste Domingo da Ressurreição e durante toda a semana, a participar da glória do Senhor por meio de Seu Corpo glorificado. É pela comunhão sacramental que participamos mais intimamente da superabundância dessa vida perfeita.
Vivamos também nós para Deus! Acorramos diariamente à Santa Missa. A vida nova que brotou da ressurreição do Senhor não termina com a ceia pascal, mas continua no domingo e em seu desdobramento ao longo da semana. Portemos no rosto a alegria do Ressuscitado — e não semblantes ressecados.“
— Frei Antônio da Paixão de Cristo, pjc.



Γεια σας παιδιά. Τον τελευταίο καιρό παίζω κυρίως από το κινητό στο Slota Casino και ήθελα να πω δυο λόγια για τα φρουτάκια.
Μέσω browser φορτώνουν πολύ γρήγορα, δεν κολλάει ούτε σε παλιά τηλέφωνα, γραφικά καθαρά και τα κουμπιά αρκετά μεγάλα – πατάς άνετα χωρίς zoom. Το interface παραμένει φιλικό σε μικρή οθόνη, βλέπεις εύκολα paytable, lines και spin χωρίς να χαλάς το μάτι σου. Η υποστήριξη chat απαντάει γρήγορα αν ρωτήσεις για κάποιο slot ή πρόβλημα.
Όσον αφορά τα https://www.tychebets.gr/kritikes/slota-casino/ – σε μένα δουλεύουν μια χαρά φρουτάκια Slota Casino από κινητό, παρόμοια με desktop.